Pilates: Cientistas descobrem cura para osteoporose

March 10th, 2010 by admin Nenhum comentário »

Pilates: Cientistas descobrem cura para osteoporose
Uma equipe internacional, liderada por cientistas do Centro Médico da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, foi capaz de curar a osteoporose em camundongos e ratos com uma dose diária de um composto experimental que inibe a síntese da serotonina no intestino.

Pesquisas recentes já haviam demonstrado que a serotonina no intestino retarda o desenvolvimento ósseo. Esta última descoberta pode levar a novas terapias que gerem um novo osso. Os medicamentos atuais contra a osteoporose só atuam para tentar evitar o colapso do osso velho.

Os resultados da pesquisa foram publicados no último exemplar da revista Nature Medicine.

A pesquisa agora publicada é uma sequência de outra grande descoberta feita pelo mesmo grupo em 2008 (e publicado na revista Cell) de que a serotonina liberada pelo intestino inibe a formação óssea, e que a regulação da produção de serotonina no intestino afeta a formação óssea.

Antes dessa descoberta, a serotonina era conhecida principalmente como um neurotransmissor que age no cérebro. No entanto, 95% de serotonina do corpo é encontrada no intestino, onde a sua principal função é inibir a formação óssea.

Com base nessa descoberta anterior, os cientistas postularam que um inibidor da síntese da serotonina no intestino seria um tratamento eficaz contra a osteoporose. Eles agora confirmaram sua hipótese em animais de laboratório.

“Novas terapias que inibam a produção da serotonina no intestino têm o potencial para se tornar uma nova classe de drogas para serem adicionadas ao arsenal terapêutico contra a osteoporose”, disse Gerard Karsenty, um dos autores do estudo.

Os ossos não são inertes, eles experimentam uma renovação constante, com algumas células responsáveis pela remoção de material antigo e outras células responsáveis pela criação de um novo osso.

Nos humanos, a formação óssea atinge seu pico por volta dos 20 anos de idade, a partir de quando a massa óssea começa a declinar. A taxa de declínio para as mulheres aumenta após a menopausa, quando a queda de níveis de estrogênio e as células que eliminam as partes velhas dos ossos se tornam hiperativas.

“Há uma necessidade urgente de novos tratamentos que não só parem a perda óssea, mas também que construam um novo osso”, diz Karsenty. “Usando estes resultados, estamos trabalhando duro para desenvolver este tipo de tratamento para pacientes humanos”.

O próximo passo é testar o novo composto em humanos.

Fonte: http://ow.ly/1gwuI

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Pilates, saúde e beleza para todas as mulheres

March 8th, 2010 by admin Nenhum comentário »

Pilates, saúde e beleza para todas as mulheres

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Pilates: Exercícios para dores na coluna

March 5th, 2010 by admin Nenhum comentário »

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Revista Pilates entrevista: Professora de piano

March 3rd, 2010 by admin 1 comentário »

Pilates entrevista: Professora de Piano

Iniciaremos aqui uma nova sessão inspirada no artigo, Pilates: Você também pode fazer! Se chamará Pilates entrevista, e contará com um questionário respondido por praticantes de pilates por todo o país. São respostas de pessoas reais para você se motivar, conferir quais os motivos desta técnica estar sendo tão procurada por novos adeptos e o que mudou na vida de quem a pratica. A primeira participante, após a entrevista publicada dia 17 de fevereiro é uma professora de piano que frequenta o estúdio The Pilates Place em São Paulo. A identidade dos entrevistados será preservada se solicitado. Inspire-se com a entrevista!

Idade:
53 anos

Profissão:
Professora de piano

O que te motivou a praticar Pilates?
Força, aliada ao alongamento. Exercícios lentos.

Você tinha alguma queixa (física e/ou psicológica) antes de começar a praticar e que poderia atribuir ao Pilates uma melhora significativa?!
Não é bem uma queixa, mas tenho escoliose e minha postura tem mudado significativamente.

Há quanto tempo pratica Pilates? O que e como mudou a sua vida?
Há 5 meses,(tirando um mês de férias). Tomo mais cuidado com a postura,tenho mais disposição física.

A quem você recomendaria a prática de Pilates? Por que?
A todas as pessoas que querem estar de bem com seu corpo e mente. É um trabalho de concentração, e ao mesmo tempo, te dá força e bem estar.

As aulas são realizadas com os aparelhos, somente solo ou ambos?
Ambos. A aula é bem diversificada.

Pratica alguma outra atividade física além do Pilates? Qual e com qual frequencia?
Caminhada. Quando dá, 2 ou 3 vezes na semana.

Que outras melhorias ocorreram na sua vida que poderia atribuir a prática do Pilates?
Não tenho mais dor nos ombros, estou melhorando aos poucos minha postura, estou bem flexivel.

Que hábitos saudáveis passou a adotar após contato frenquente com a prática do Pilates?
Estou sempre pensando em manter a musculatura abdominal conectada,o que não fazia antes.

Para você, PRATICAR PILATES É…?
Uma delicia!!!!!!!!!

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Condromalácia patelar estabilizada pelo Pilates

February 26th, 2010 by admin Nenhum comentário »

CONDROMALÁCIA PATELAR ESTABILIZADA PELO PILATES

A Condromalácia patelar consiste em uma patologia degenerativa da cartilagem patelar e dos côndilos femorais correspondentes. Trata-se de uma espécie de amolecimento desta cartilagem pelo atrito incorreto contra os côndilos do fêmur. Ocorre um desconforto e dor ao redor ou atrás da patela. Já o termo mais genérico, síndrome da dor patelo-femural, se refere aos estágios iniciais dessa condição, na qual os sintomas ainda podem ser completamente revertidos.

A dor (algumas vezes ardência) é descrita como profunda e localizada na região retropatelar.O sintoma mais comum é a dor atrás da patela, especialmente nas subidas ou durante longos percursos com pedaladas lentas. Pode ser sentida, por exemplo, ao subir e descer escadas, em atividades prolongadas, após ficar muito tempo com os joelhos flexionados e ao agachar-se. Ainda, é possível que ocorra crepitação e estalos, muitas vezes audíveis, além de edema e derrame intra-articular, ocasionados pelo acúmulo excessivo de líquido sinovial formado no processo inflamatório.

Algumas pessoas têm predisposição a apresentar a lesão devido ao desalinhamento da patela, ao invés da patela percorrer o “trilho” formado pelos côndilos do fêmur na flexão e extensão, ela tende a deslocar-se para as laterais, aumentando o atrito entre os dois ossos. A posição da patela de forma mais alta que o normal também são fatores predisponentes. As mulheres costumam ser mais susceptíveis a tal lesão pois, em geral, possuem o quadril mais largo. Ocorre prioritariamente em atividades como balé, corridas, ciclismo, voleibol, etc.

Acredita-se que a causa seja relacionada a fatores anatômicos, histológicos e fisiológicos que podem resultar em um enfraquecimento e amolecimento da cartilagem envolvida. Assim como as alterações de alinhamento da patela, que excursiona fora do local adequado, ocasionando atrito entre sua superfície articular e a superfície articular do fêmur, desse modo provocando “desgaste”. Tais alterações de alinhamento muitas vezes estão relacionadas à desequilíbrios da musculatura do quadríceps como atrofias, hipotrofias e encurtamentos musculares; variações anatômicas tanto do fêmur como da patela.
Um fator muito comum são os relacionados aos microtraumatismos de repetição, traumas crônicos por fricção entre a patela e o sulco patelar do fêmur, bastante comuns em esportes de impacto (futebol, vôlei, ciclismo, tênis, corrida, basquete, …) por força excessiva na região ou choques. Deve ainda ser citada a chamada causa idiopática, quando não são identificadas alterações anatômicas que justifiquem o desenvolvimento da doença. As alterações do ângulo Q do joelho – tendão do quadríceps femoral, ligamento patelar – conduz a um desvio patelar lateral pelo resultante dos vetores de força da espinha ilíaca ântero-superior e do terço superior da tíbia. Uma diminuição desse ângulo resultará em um desvio medial patelar, além de intensificar a compressão patelo-femoral. O Entorse de tornozelo por inversão também pode estar relacionado. Devido aos movimentos de flexâo-plantar, supinaçâo e adução se dá uma anteriorização do tálus e da tíbia, resultando em uma anteriorização da fíbula e então em uma tensão do bíceps femoral. Assim, ocorre um estiramento reflexo no músculo quadríceps femoral, aumentando o atrito fêmur-patelar.

A condromalácia patelar pode ser classificada de acordo com o grau de deterioração, segundo Outerbridge (1961):

GRAU I : amolecimento da cartilagem e edemas
GRAU II : fragmentação e fissura da cartilagem em uma área menor ou igual à proximadamente 1,5 cm
GRAU III: fragmentação e fissura da cartilagem em uma área maior ou igual à aproximadamente 1,5 cm
GRAU IV: erosão ou perda da cartilagem articular com exposição do osso subcondral

Não há um protocolo rígido de tratamento. É importante analisar o grau da lesão adquirida e se direcionar às causas, sempre tentando reequilibrar o alinhamento da patela, inicialmente através de tratamento fisioterápico, podendo associar a métodos analgésicos e antiinflamatórios. A perda de peso, em determinados casos, pode ser recomendada para diminuir o estresse sobre a articulação patelofemural. Em casos graves muitas vezes é necessário tratamento cirúrgico, em que procedimentos combinados para tratamento do alinhamento patelar e tratamento da lesão da cartilagem podem ser realizados por via “aberta”, artroscópica (vídeo) ou mesmo combinada.

O PILATES age de forma fantástica no alinhamento patelar, bem como na estabilização do quadro da condromalácia. Já que um dos grandes alicerces do método é o fortalecimento e estabilização dos músculos centrais do corpo aliada às técnicas que potencializam a respiração e seus benefícios, atingindo assim, o objetivo do aluno através do equilíbrio muscular. Para tal, é preciso avaliar o nivel de força e flexibilidade dos grupos musculares do indivíduo, para que se dê início à prescrição do programa de exercícios. No caso da condromalácia patelar são inclusos exercícios de potência, força, alongamento e mobilização do membro inferior, sempre com o cuidado de evitar sobrecarga na articulação em questão. No geral, é importante o alongamento dos ísquiotibiais, o qual seu encurtamento implica em um agravamento no atrito da patela com o fêmur, no momento da marcha. Uma atenção especial ao quadríceps, sobretudo o vasto medial e banda iliotibial, tendões e panturrilha também são extremamente necessárias para equilibrar as forças atuantes sobre a patela.

Fonte: www.flexuspilates.com.br

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Pilates traz benefícios a pessoas com Síndrome de Down

February 26th, 2010 by admin Nenhum comentário »

Pilates traz benefícios a pessoas com Síndrome de Down

Conhecido por trabalhar o reequilíbrio corporal e a reeducação postural, o método pilates vem sendo utilizado como forma de tratamento para pessoas com Síndrome de Down. Estes pacientes sofrem de atrasos motores, o que faz com que sejam necessários ajustes posturais, controle dos equilíbrios estático e dinâmico, além de melhoria da coordenação motora ampla e fina e da sensibilidade tátil.

Como o pilates é uma disciplina que se concentra nos músculos, peças-chave para a boa postura, o método é largamente indicado aos pacientes com Síndrome de Down devido ao fato de estas pessoas apresentarem a chamada hipotonia, que é a falta de tônus muscular, o que causa a flacidez.

Assim, o pilates pode ter um papel importante no objetivo de estimular a força muscular, a flexibilidade, a correção postural e o equilíbrio, além de reduzir o risco de lesões. De acordo com a fisioterapeuta Sylvia Borboni, o ideal é que o trabalho seja realizado com atendimento individual ao paciente considerado especial. “Mesmo que existam mais pacientes em uma sala, a atenção à pessoa com a Síndrome de Down deve ser reforçada para que haja suporte ao equilíbrio.”

O diferencial de uma aula de pilates para pessoas especiais é o aspecto lúdico. “Eles costumam se distrair com muita facilidade, então, lançamos mão de atividades dinâmicas e de equipamentos que despertam o interesse, como é o caso da bola, por exemplo.” O pilates utiliza, ainda, bastões, faixas elásticas e tábuas de equilíbrio, que trabalham o ajuste postural.

Os exercícios desenvolvidos são semelhantes aos praticados por pessoas que não têm a síndrome, contudo, as cargas utilizadas são mais leves. Além disso, o pilates para especiais trabalha com atividades que estimulam ações condizentes com problemas que eles geralmente apresentam, tais como comprometimento cardíaco e respiratório. “Enfatizamos movimentos que funcionam como estímulo, a fim de que haja ganho para o paciente.” Segundo a fisioterapeuta,  o ideal é que os exercícios comecem a ser desenvolvidos ainda na infância e prossigam ao longo da vida.

Uma das dificuldades apresentadas pelos portadores de Síndrome de Down diz respeito à respiração. Isso porque a hipotonia causa a inabilidade do músculo transverso abdominal em permitir a ação do diafragma. Este prejuízo, por sua vez, dificulta as respirações profundas, amplas e adequadas, aumentando as chances de infecções pulmonares e respiratórias. Diante deste quadro, a fonoaudióloga Sérgia Souza lembra que a hipotonia causa, ainda, o atraso na aquisição da linguagem e da fala. “O ideal é que seja feito um trabalho junto ao pilates de estímulo à sucção, à mastigação e à deglutição. Assim conseguimos melhorar a tonicidade, o que contribui diretamente para o desenvolvimento da fala.”

Sérgia lembra a predisposição do paciente especial para desenvolver a respiração oral. “Isso prejudica muito, pois causa alterações no humor, no sono, na alimentação, entre outras.” Embora alguns classifiquem a Síndrome de Down de acordo com graus, a fonoaudióloga prefere considerar as capacidades de cada paciente. “A evolução depende só do estímulo do meio. Além disso, devem ser consideradas as características individuais.” Por isso, segundo ela, o trabalho multidisciplinar é importante. “O trabalho com músicas e com jogos de computadores, que estimulam a coordenação motora e a memória, trazem um ganho enorme.”

Autora: Aline Furtado
Fonte: Portal ACESSA.com

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A vida pós Pilates

February 24th, 2010 by admin 2 comentários »

A vida pós Pilates

Sempre odiei ginástica. Lembro que na época do ginásio, ou melhor, quando cursava a 6a. ou 7a. série do ensino fundamental, ficava contando os dias para ficar menstruada e estar livre da aula de ginástica.

Ao longo da vida, 3 ou 4 vezes me matriculei em academias de gináticas desistindo no primeiro mês. Certa vez, logo que voltei dos Estados Unidos, cheguei ao extremo de fazer a matrícula, comprar uniforme, para frequentar uma academia moderníssima/novíssima na Tijuca e não fui uma só vez. Mas depois dos 60 anos a vida muda. Na Bahia ando muito, subo e desço as escadas de casa, caminho na praia, ando pelo quintal, mas em São Paulo o máximo são 3 quadras, distância de casa para o escritorio.

Refletindo sobre a longevidade das mulheres da minha família, vovó morreu aos 96, mamãe está com 90, resolvi fazer alguma coisa para chegar até lá com pique total e optei pelo Pilates. Mesmo sem saber muito bem do que se tratava saí procurando um espaço perto de casa e por acaso encontrei um em cima do supermercado. Recém inaugurado, com cheiro de novo, creio que fui uma das primeiras alunas.

Nos primeiros dias tudo parecia impossível. Entre os desafios estava levantar o bumbum da cama. Rolamento prá frente ainda ia, mas para tras nem pensar.
Segundo Luana, minha preofessora, era como se eu fosse um bloco compacto do quadril até o meio das costas. E era mesmo. Hoje no meio da aula a Luana pediu o telefone celular e registrou esta foto. Não precisa dizer que estou profundamente orgulhosa de mim mesma. Além de não doer nada, cada vez que saio da aula parece que tenho 2 m de altura.

Sem contar que é o melhor remédio para a gripe de qualquer genero pois o campo de concentração onde Joseph Pilates ficou na 1a. guerra mundial e onde desenvolveu o projeto reconhecido como Pilates, foi o único não atingido pela gripe espanhola. Todos faziam os exercícios que podem parecer meio malucos, mas são geniais. Aguardem os meus próximos passos…

Autora: Léa Penteado

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Pilates na gravidez – e em casa!

February 22nd, 2010 by admin Nenhum comentário »

Pilates na gravidez - e em casa!

Respirar, alongar, fortalecer. Dá para fazer tudo isso na sua própria sala com esta sequência de exercícios desenvolvida para trabalhar adbome, coluna, pernas e braços

A liberação do médico é sempre muito importante, pois só ele tem condições de avaliar se você pode ou não fazer determinados exercícios e orientá-la quanto à frequência. Em geral, os professores de pilates recomendam duas vezes por semana. De acordo com Alessandra Costa Moreira, fisioterapeuta, a prática pode ser feita até o final da gravidez, sempre com a aprovação do obstetra.

Já, no último trimestre, os movimentos que são feitos deitados ficarão mais confortáveis colocando-se uma almofada ou travesseiro para manter a cabeça elevada – isso vai ajudá-la a respirar com mais conforto. Também é aconselhável variar os exercícios, fazendo alguns deitada, outros sentada, outros de pé.

A respiração é a base de todos os exercícios, portanto fique atenta à técnica correta. Com a mão sobre o abdome, inspire e sinta como se estivesse enchendo um balão que expande as costelas. Ao expirar, perceba as costelas se fechando. Contraia o abdome, colocando o umbigo para dentro.

É importante saber que todas as posturas do pilates podem ser adaptadas de forma a acomodar o corpo da gestante – como nesta sequência, Clique aqui para conferir, indicada por Alessandra e Renata Rea Kneese, fotógrafa.

Autora: Lucia Barros
Fonte: http://cot.ag/bniXsZ


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Pilates: Desejamos um dia de muita garra e disposição a todos os Esportistas!

February 19th, 2010 by admin Nenhum comentário »

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O esportista é aquele indivíduo que faz do seu corpo um templo. Pratica exercícios físicos, seja profissionalmente ou por puro prazer. Ao praticar exercícios físicos, ele contribui para a evolução de sua mente, da atividade física e incentiva as pessoas ao seu redor.

Neste dia 19 de fevereiro é comemorado o Dia do Esportista, e desejamos a todos os esportistas um dia de muita comemoração pela força de vontade e disposição. E um convite à reflexão para todos, vamos cuidar da nossa saúde e praticar esporte, nem que seja, ao menos, nos finais de semana!

“Sem esquecer do pilates, que melhora a performance de todos nós, esportistas ou não.”

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Pilates: Você também pode fazer!

February 17th, 2010 by admin 2 comentários »

Pilates: Você também pode fazer!

Assim como publicamos exemplos de celebridades que adotaram o Pilates para a melhora na qualidade de vida, resolvemos também trazer exemplos de pessoas “comuns”, de idades, profissões e origens diferentes, que reconhecem a prática de Pilates como fator determinante na melhora da saúde e qualidade do dia-a-dia.
A primeira entrevista é com um consultor de empresas e planejamento estratégico, professor universitário aposentado. Hoje com 67 anos de idade, pratica Pilates há 5 anos, semanalmente. Confira a entrevista e inspire-se!

1- Como e quando surgiu a vontade de praticar Pilates?
Por problemas de coluna, recomendaram-me Pilates.

2- Com quantos professores já teve aula? Qual a característica que o fez gostar mais de um ou de outro?
Tive 4 professores, todos fisioterapeutas, cada um com suas características próprias. Um deles era repetitivo e não relacionava os exercícios com conhecimentos de fisioterapia. Aprecio a variedade e diversidade de exercícios. Uma hora de aula passa rápido.

3- As aulas são realizadas com os aparelhos, somente solo ou ambos?
Todos professores adotam aparelhos e/ou solo. Dois deles preferiam solo. Esta postura provocou a mudança de professor. De qualquer forma, a prática do Pilates é bem melhor que em academias tradicionais. No Pilates, o professor atende uma ou duas pessoas, tendo condições de corrigir de imediato todos os erros cometidos. Os praticantes de Pilates saem da sessão sem dor.

4- Quais eram suas queixas antes de começar a praticar Pilates e quais as melhoras que reconhece hoje?
Minhas queixas foram com o decorrer do tempo: coluna, pescoço duro, postura, ombro, dor no joelho direito, etc. Todos problemas foram resolvidos pelo Pilates.

5- Observou melhoras na qualidade de seu sono e disposição diária?
Concordo. Houve melhoria na qualidade do sono. Após caminhadas diárias, sentia dores na coluna. O fisioterapeuta recomendou-me mudança de postura de ombros e deu certo.

6- Poderia afirmar que a prática assídua de Pilates mudou sua rotina? Qualidade de vida?
Em determinado momento, passei a sentir dores no joelho direito, especialmente, quando usava escadas ou rampas. Exercícios para fortalecimento da musculatura do joelho e/ou medicação eliminaram a dor sentida.

7- Que hábitos saudáveis passou a adotar após o contato frequente com a prática?
Aprendi a levantar-me corretamente da cama, do chão. Aprendi, também, a levantar peso. Em suma, assimilei um manual de instrução e estou cumprindo religiosamente.

8- Para o senhor, praticar pilates é…
Viver a vida. Sinto falta, quando deixo de praticar por motivo de viagem prolongada.

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