Archive for June, 2010

Pilates: Que bola usar?

June 30th, 2010

Pilates: Que bola usar?

Não existe nenhum estudo científico que comprove sobre a correta utilização das bolas de Pilates numa relação entre altura de uma pessoa e o tamanho da bola. O que pode ser levado em consideração é um acordo em comum entre instrutores do mundo inteiro que utilizam uma determinada tabela para relacionar altura e comprimento da bola baseados em experiências positivas e percepção corporal apresentados durante as aulas de Pilates com o decorrer do tempo. O tamanho é observado assim que a pessoa sentar na bola e os quadris e joelhos ficarem em curvatura de 90º

Confira a tabela:

Tamanho / Altura

45 cm = 1,40 a 1,54 m
55 cm = 1,55 a 1,69 m
65 cm = 1,70 a 1,87 m
75 cm = 1,88 a 2,03 m

Pilates: Torcendo pelo Hexa

June 28th, 2010

Pilates: Torcendo pelo hexa


Propriocepção: Por que está tão presente no Pilates?

June 25th, 2010

Propriocepção: Por que está tão presente no Pilates?

Os receptores sensoriais pertencem ao sistema sensorial somático, o qual levam informações do ambiente externo e algum estado interno ao SNC. Estão relacionados com os sentidos como a visão, olfato, gustação, audição, tato. De acordo com a localização anatômica, podem ser interceptor, exterceptor ou proprioceptor. Este último, relacionado à propriocepção, reflexo de locomoção e postural.

Os proprioceptores estão nos músculos, aponeuroses, tendões, ligamentos, articulações e no labirinto, podendo gerar impulsos nervosos conscientes ou inconscientes. Os impulsos conscientes são responsáveis pelo sentido da posição e do movimento (cinestesia). Vão ao córtex cerebral possibiltando que, ainda de sem a função da visão, se dê a percepção corporal (posição, localização e orientação espacial), da ação muscular e da força, bem como dos movi mentos das articulações. Já os impulsos nervosos proprioceptivos inconscientes regulam a atividade muscular pelo reflexo miotático ou pelos centros relacionados com a ação motora.

A propriocepção acontece pela presença de receptores específicos que captam informações do meio externo relacionado ao corpo e enviam ao SNC, na medula espinal, em forma de potencial de ação, através das fibras nervosas aferentes. Assim, é possível determinar respostas adequadas ao estímulo, como por exemplo, o ajuste da posição do corpo em uma superfície, equilíbrio entre músculos agonistas e antagonistas.

Os receptores podem ser musculares, articulares ou tendinosos. Esses, detectam alterações dos ângulos e trações articulares, velocidade de movimento das articulações, contração muscular, força da contração muscular.

Relacionados com os fusos neuromusculares, os receptores musculares são responsáveis pelo comprimento da fibra muscular no repouso (postura) e durante o movimento. Captam as alterações no comprimento das fibras musculares extrafusais conduzindo as informações ao SNC para a produção de reflexos que regulam as contrações musculares inerentes às atividades motoras em questão.

Quando as fibras musculares intrafusais são modificadas, suas terminações nervosas anuloespirais são ativadas, conduzindo a informação às fibras nervosas aferentes que por sua vez se comunicam com os neurônios motores do corno anterior da medula, para então transmitir à área somestésica e retornar com as fibras nervosas eferentes. Então, o estímulo é levado às fibras extrafusais pelas placas motoras, que finalmente se contraem, dando-se o reflexo miotátíco.

Os receptores articulares estão nas cápsulas e ligamentos das articulações (corpúsculos de Ruffini e Pacin), podendo ser do tipo I, II, III ou IV. Situado dentro da cápsula articular, os receptores do tipo I detectam alterações na posição, movimentos e pressão intra-articular de forma estática ou dinâmica, com uma adaptação lenta. Já os do tipo II têm adaptação rápida, estão na cápsula articular e informam a velocidade do movimento, porém sem atividade quando em repouso. E estimulado por estímulos mecânicos rápidos e repetitivos. Os receprores articulares do tipo III estão nos ligamentos a fim de detectar a posição articular. Possui uma adaptação mais vagarosa, e por se tratar de um mecanoreceptor dinâmico, pode ser estimulado por movimentos externos ativos ou passivos. Os do tipo IV também estão nas cápsulas das articulações e têm adaptação lenta. São responsáveis pelas informações de dor nas regiões articulares quando ativados por deformações mecânicas.

Os receptores tendinosos estão no órgão tendinoso de Golgi, dentro dos tendões, próximo ao ponto de fixação músculo-osso. Tais receptores são estimulados quando há tração sobre os tendões pela contração muscular, indicando o nivel de força exercida, a fim de evitar lesões. Assim, neste caso, se dá o reflexo miotático inverso, ou seja, ocorre a limitação da força desenvolvida pelo músculo em contração. Para tal, os motoneurônios deste devem ser inibidos pelos interneurônios inibitórios, os quais são estimulados pelos impulsos aferentes que chegam à medula.

Ainda, é importante ressaltar que o sistema vestibular – labirinto – também é sensível às mudanças de posição da cabeça – movimentos no sentido vertical ou horizontal, além de identificar a posição espacial do corpo.
Muitas aferências somestésicas do corpo chega ao tálamo e vai ao córtex somestésico primário, onde há um “mapa” do corpo denominado de homúnculo sensorial. Tal representação depende da quantidade de receptores distribuídos em cada parte do corpo, determinando regiões do corpo que terão maior sensibilidade e maior precisão para identificar o estimulo. Entretanto, o mapa somático cortical apresenta plasticidade de uso e desuso, conforme o estímulo determinado a cada parte do corpo. Assim, podemos treinar o SNC a fim de que as respostas motoras ao posicionamento corporal sejam potencializadas.

Devido a essa importância é que falamos e utilizamos tanto a propriocepção nas nossas aulas de Pilates. Nas aulas observamos inúmeros exercícios que envolvem, por exemplo, superfícies instáveis, a fim de proporcionar ao cérebro oportunidades para avaliar a orientação no espaço, desenvolvendo e treinando a consciência corporal, válido ao aluno lesado ou não. Em casos de lesões relacionados a músculos, aponeuroses, tendões, ligamentos, articulações e labirinto, os proprioceptores também sofrem danos, resultando em um déficit na capacidade proprioceptiva. Se tais receptores não forem estimulados pode haver uma reincidencia de lesão, além de prejudicar o desempenho físico.

Pilates: O Tabu da Sexualidade X Problemas Posturais

June 23rd, 2010
Pilates: O Tabu da Sexualidade X Problemas Posturais

Devido a uma educação mais conservadora, é comum que muitas crianças cresçam bloqueando movimentos do quadril por serem “proibidos” ou mesmo por serem “fruto do pecado”. Existe também o problema do preconceito, como contou um de meus alunos, que lembrou de uma situação em que quando era pequeno, tinha um vizinho que era homossexual, o qual sempre o chamava para brincar com os sobrinhos… ele por se sentir mal, pois não queria parecer como o ”tio” (que andava com a bunda arrebitada) começou a andar projetando o quadril para frente pensando que assim ele seria diferente e porque Isso o tornaria mais másculo.

Porém, mal sabia ele que, ai começaria uma série de mudanças na biomecânica de seu corpo, levando a uma grande limitação de movimentos da coluna, somado a rigidez do quadril e retificação da lombar, ao mesmo tempo que aumentou a curvatura da torácica somada a projeção da cabeça à frente. Aos 17 anos, ele já sofria de dores na virilha e lombar e só agora, com mais de 30 anos, foi aprender a relaxar a musculatura da coluna, voltando a fluir seus movimentos… Sem falar que, deixar a bunda aparecer não altera mais a sua masculinidade, trazendo beneficios como o alívio de tensões lombares.

Independente do motivo causador do bloqueio e da limitação dos movimentos do quadril, isso irá prejudicar a saúde da coluna, enfraquecendo a musculatura do assoalho pélvico, limitando a flexão do quadril, dificultando na hora de sentar, principalmente no solo. Esse bloqueio ocasiona uma certa insensibilidade na área pubianda, sendo que, a liminitação nos movimentos e a falta de flexibilidade pode tornar doloroso o ato sexual, chegando a causar, em casos extremos, a frigidez.

Na maioria das vezes, isso é algo inconsciente, você só vai notar a diferença após realizar aulas de Pilates, e executando exercícios que melhoram essa conexão com o corpo, o auto-controle e fortalecimento da musculatura pélvica. Ao praticar o Pilates, existe uma melhora de flexibilidade e aumento de mobilidade do quadril e coluna. Isso irá desbloquear e fazer a fluir a energia da coluna, fortalecer e tonificar o corpo, além de eliminar o estresse do dia a dia, onde passamos a maior parte do tempo sentados ou em pé dependendo da profissão.

É importante sempre pensar no corpo como um todo. Para ele estar bem, a energia deve fluir livremente, não podemos ignorar algumas partes ou mesmo não devemos trabalhar somente outras… tudo deve estar em equilíbrio e em harmonia.

Claro que equilíbrio quer dizer que tudo que é em excesso também não é bom. Uma vida saudável consiste em poder realizar aquilo que gostamos de fazer sem dor e sem limitações, sem abusos e sem perder nossa integridade moral e física.

Autora: Tatiana Matsuo
Fonte: Tati Pilates

Pilates ajuda no desempenho de atletas que desejam correr uma longa distância

June 21st, 2010

Futebol e Pilates

June 18th, 2010

Futebol e Pilates

O futebol é um dos esportes de maior exigência física por parte do praticante. Força, resistência, velocidade e agilidade são fatores determinantes e atributos necessários para a sua prática.

Para melhorar, os jogadores precisam de um programa de treinamento de futebol que irá produzir os melhores resultados no menor tempo possível. Com seu foco no núcleo da força, flexibilidade, estabilidade e equilíbrio, o Pilates é uma ótima ferramenta para o condicionamento de futebol. Pode melhorar o desempenho de um jogador e ajudar a prevenir lesões que atormentam jogadores de futebol.

Benefícios do Pilates para o programa de condicionamento de Futebol:
Cria a força do núcleo para uma maior eficiência e durabilidade
Cria músculos longos e resistentes sem volume adicional
Aumenta a flexibilidade e a amplitude de movimento
Restaura a postura natural e o alinhamento do corpo
Melhora a estabilidade e o equilíbrio
Corrige os desequilíbrios do corpo reduzindo o risco de lesão
Aumenta a resistência através de técnicas de respiração correta
• Fortalece a parte superior do corpo sem acrescentar volume

Técnicos de Futebol, como Arsene Wenger, do Arsenal há muito tempo pregam a importância crucial do alongamento e flexibilidade – o que de melhor oferece o Pilates. Um exemplo disso é relatado pelo craque David Beckham que é adepto da prática do Pilates “Uma hora por dia de Pilates, eu sou o melhor que tenho sido por muito tempo.”
David Beckham, jogador de futebol profissional

David Beckham foi apresentado ao Pilates, enquanto estava no plantel do Milan. Beckham diz que pratica uma hora de Pilates por dia. Diz também que graças a isso tornou seu nível muito melhor. Após a incorporação do Pilates em seu programa de condicionamento de futebol, sua gordura corporal total caiu de 13,7 por cento para 8,5 por cento.

Enquanto alguns dos exercícios e alongamentos podem ser familiares, é a compreensão das técnicas de Pilates que traz o êxito aos programas de treinos. O núcleo (core) intensificado ajuda a melhorar a eficiência de execução, respiração e resistência. Evita também o aumento da gama de exercícios de um jogador e seus movimentos de quadris e pernas, o Pilates também ajuda a melhorar a postura através do alinhamento da coluna e reduz o risco de lesões através do alívio de músculos tensos e desequilíbrios musculares. Os exercícios específicos de Pilates também podem ser utilizados para ajudar o jogador a se recuperar mais rapidamente de uma lesão.

Tradução para o revista pilates: Eduardo Silva

Pilates: Ciclo menstrual e o desempenho físico

June 16th, 2010

Pilates: ciclo menstrual e o desempenho físico

Sabemos que o exercício proporciona vários benefícios às mulheres no período que antecede e durante a menstruação. Por outro lado, estudos relatam que cada fase do ciclo menstrual também pode interferir na disposição e potencial físico, além do psicológico; variando de pessoa para pessoa.

Tal fato se deve às alterações hormonais. Por volta do 23º ao 28º dia do ciclo mentrual, a mulher se encontra na fase pré-mentrual, período em que se dá um aumento na taxa de progesterona, podendo reduzir o potencial físico do aluno. Além de diminuir a capacidade de concentração, estar mais propensa a fadiga muscular e irregularidades de humor. Entre o 5º ao 11ºdia do ciclo, na pós-menstrual, é secretado mais estrogênio e noradrenalina. Por isso, nessa fase, observa-se um melhor desempenho físico.

Há relatos de alguns pesquisadores que ao analisar as características contráteis dos músculos esqueléticos nas diferentes fases do ciclo, não encontraram diferenças significativas. Mas, apesar de a fisiologia e especificidade do esporte serem individuais, a maioria dos estudos tem encontrado uma baixa na performance na fase pré-menstrual, e uma boa melhora do desempenho na pós-menstrual.

Assim, é possível levar em consideração essa hipótese das mudanças hormonais durante o ciclo menstrual ao fazer o plano de treinamento e aplicar de acordo com a resposta e adaptação de cada aluna. Embora a hipótese seja considerada mais por técnicos desportivos, as praticantes de pilates também podem se beneficiar com a oscilação hormonal.Para tal, é importante investigar as características do ciclo menstrual, bem como o objetivo e perfil de cada aluna, para então decidir se tal hipótese seria considerável para a aluna em questão. E então, avaliar a resposta da aluna para a adaptação de variáveis como volume, intensidade, grau de dificuldade, psicológico, metabolismo, etc. De acordo com a análise individual, podemos somar mais uma ferramenta para otimizar os resultados.

Fonte: Flexus Pilates

Pilates: Rumo ao hexa!

June 14th, 2010

Pilates: Rumo ao hexa!


Melhore a sua respiração com o Pilates

June 11th, 2010

Melhore a sua respiração com o Pilates

Respirar é uma das nossas funções automáticas talvez por isso não lhe dedicamos atenção nem somos estimulados a treinar nossa respiração, mesmo sendo a nossa fonte primária de energia e o suporte básico da nossa vida.

A maneira como respiramos é o reflexo da forma como vivemos. Emoções negativas podem afetar o nosso padrão de respiração e isso tem um efeito imediato em nossa postura. Você já deve ter reparado que quando estamos sob stress ou preocupados, nosso peito começa a ficar mais tenso e a respiração torna-se mais superficial e rápida aumentando a frequência cardíaca. Se você está calmo a sua respiração e ritmo cardíaco é mais lento, existe tempo suficiente para transportar o ar profundamente através de toda a capacidade dos seus pulmões usando o diafragma.

Quando dirigimos a nossa atenção para a respiração ajudamos a aumentar o fluxo de oxigênio para o sangue e a transportar o dióxido de carbono no sentido inverso, é importante ter a ajuda de um bom profissional para não se correr o risco de uma hiperventilação. Aumentamos a nossa capacidade respiratória e circulatória. Um respiração ineficiente e destreinada irá ter o resultado oposto.

Joseph Pilates percebeu a relação profunda entre a mente, o corpo e respiração e a importância desta ligação na sustentação de um método de exercício eficiente. Estes mesmos princípios são usados com sucesso à centenas de anos em disciplinas orientais como o Yoga e o Tai Chi. Hoje em dia é largamente aceite que exercícios respiratórios têm um impacto profundo na melhoria do nosso bem estar fisiológico e psicológico. Praticando Pilates você irá aprender a usar de forma eficiente os músculos relacionados com a respiração, sobretudo a usar o diafragma, a evitar tensões desnecessárias e a aproveitar as possibilidades que a sua caixa torácica oferece.

Quando a respiração é calma e eficiente, os movimentos produzidos durante o exercício tornam-se suaves e o corpo permanece relaxado e livre de tensões indesejadas. Por isso que Pilates apesar de ser um método de exercício exigente não reduz as suas energias físicas, mentais e emocionais. Pelo contrário, no final de uma aula de Pilates deve sentir-se revigorado na sua energia e bem estar, pronto para levar esses benefícios para o resto do seu dia e das suas actividades. Se você aprender a respirar melhor é inevitável que irá passar a viver melhor.

Autor: Hugo Matos – Fisioterapeuta e instrutor de Pilates

União do Pilates com o Tênis, uma grande sacada!

June 9th, 2010

União do Pilates com o Tênis, uma grande sacada!

O Tênis é uma atividade que requer agilidade, resistência e força ao mesmo tempo exige uma coordenação espaço – temporal muito elevada. Em cada jogo é exigido ao praticante torções controladas do tronco para que as pancadas sejam o mais precisas possível. Sendo uma atividade unilateral, é altamente suscetível o desenvolvimento de grandes desequilíbrios músculo-esquelético que na grande maioria dos casos resultam em padrões de movimento pouco eficientes dando origem às lesões características do Tênis (Tennis Elbow, Dores Lombares, Tendinites Diversas, etc).

Iremos abordar agora especificamente as lesões de ombro, por serem as mais frequentes no tênis. Um detalhe importante é  quando estas lesões acometem atletas com mais de 40 anos elas podem até mesmo fazer com que este pare de jogar tênis. Para isto, uma adequada avaliação médica é necessária, para que se possa prevenir que a lesão apareça.

Se perguntarmos se você já teve alguma dor no ombro jogando tênis, provavelmente a sua resposta será sim. Mas devemos diferenciar muito bem dor de lesão. A dor pode ser até mesmo normal, depois de você jogar muito, quando forçou demais o saque, ou está jogando com alguma raquete nova e ainda não está acostumado com ela. O problema é quando a dor vai gerando lesões estruturais no seu tendão ou cartilagem, e aí pode ficar complicado para jogar.

As lesões mais freqüentes do ombro do tenista são as tendinites de manguito rotador. O manguito é um grupo de 4 músculos, que seguram o ombro e mantém a sua estabilidade, para que ele possa fazer as suas funções no esporte. O ombro, por não ter uma estabilidade óssea adequada, necessita destes músculos funcionando bem para você jogar tênis sem dor.

Os tendões que são mais afetados no tênis são o infraespinal e supra-espinal, e muito em decorrência do movimento de saque. Quando a lesão vai ficando crônica os movimentos de forehand também são dolorosos, principalmente quando você pega as bolas atrasadas.

Todo tenistas deve se preocupar com as lesões de ombro, ainda mais os mais velhos. Com o tempo, os tendões tendem a sofrer um desgaste natural pela idade, e com o tênis este desgaste pode aumentar.

Se você é tenista e tem mais de 40 anos, seguem abaixo algumas dicas para prevenir as lesões de ombro:

1. Se tiver uma dor no ombro que demore mais de 2 semanas, mesmo depois de você parar de jogar tênis, procure um médico ortopedista para fazer uma avaliação (os exames que são pedidos geralmente são o ultrassom ou a ressonância magnética)

2. Se for a primeira dor no ombro, procure observar se você está dobrando os joelhos na hora da preparação do saque (flexão do joelho de menos de 75 graus pode sobrecarregar o ombro em até 30% a mais do que a carga normal do saque)

3. Procure usar raquetes com algum tipo de maleabilidade (raquetes muito rígidas transmitem muita vibração para o braço)

4. Evite usar tensões no encordoamento maiores do que 58 libras

5. Procure fazer exercícios de alongamento e de fortalecimento muscular (a região posterior do ombro pode ser difícil de alongar e fortalecer, por isso a supervisão de um fisioterapeuta pode ser necessária)

6. Evite tratar as dores de ombro por muito tempo somente com gelo (o gelo é bom para aliviar as dores, porém procure um fisioterapeuta para reabilitação).

O método Pilates irá seguramente ajudar a desenvolver uma musculatura mais equilibrada a desenvolver padrões motores mais adequados que se irão refletir numa menor propensão para lesões assim como num melhor desempenho desportivo. Por isso a união do Pilates com o Tênis é uma boa saída para atletas que buscam o estrelato, assim como esportistas que buscam uma melhor qualidade de vida.

Fonte: Jonral Arte3 e White Lounge