Archive for the ‘1 – Prática, Técnicas e Exercícios’ category

Artigo científico sobre o Método Pilates: Movimento de extensão de quadril

August 2nd, 2010

Análise da resistência externa e da atividade eletromiográfica do movimento de extensão de quadril realizado segundo o método Pilates

Análise da resistência externa e da atividade eletromiográfica do movimento de extensão de quadril realizado segundo o método Pilates

Este artigo foi publicado na Revista Brasileira de Fisioterapia

Objetivos: Comparar a ativação elétrica do reto femoral (RF), do bíceps femoral cabeça longa (BF) e semitendíneo (ST) e o torque de resistência (TR) do movimento de extensão de quadril (EQ) realizado com a mola fixada em duas posições distintas no Cadillac. Métodos: 12 sujeitos realizaram 5 repetições de EQ com a mola fixada em duas posições (alta e baixa). Dados de eletromiografia (EMG) e eletrogoniometria foram coletados simultaneamente. O root mean square foi calculado e normalizado com base na contração voluntária máxima. Para o cálculo do TR, foram usados diagramas de corpo livre (DCL) e equações de movimento. ANOVA one-way foi usada para verificar as diferenças para EMG entre as posições de mola (p<0,05). Resultados: Com a mola fixa na posição alta, o TR foi classificado como decrescente e ocorreu no “sentido” de flexão na maior parte da amplitude de movimento (ADM). Para posição baixa, o TR foi descrescente até 60º de flexão de quadril no sentido de flexão e, a partir daí, assumiu um comportamento crescente no sentido da extensão. Conclusões: A análise EMG pareceu acompanhar o TR, apresentando valores maiores para o RF na posição baixa e maiores valores de ativação para o BF e ST na posição alta, onde a demanda externa foi maior. Dados de EMG e TR fornecem informações complementares para prescrição de exercícios no Pilates.

Referência: Silva YO, Melo MO, Gomes LE, Bonezi A, Loss JF Análise da resistência externa e da atividade eletromiográfica do movimento de extensão de quadril realizado segundo o método Pilates. Rev Bras Fisioter, São Carlos, v. 13, n. 1, p. 82-8, jan./fev. 2009

Para ler o artigo completo (PDF), clique aqui!

Fonte: http://centraldopilates.blogspot.com/

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Pilates: Exercícios para dores na coluna

March 5th, 2010

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A vida pós Pilates

February 24th, 2010

A vida pós Pilates

Sempre odiei ginástica. Lembro que na época do ginásio, ou melhor, quando cursava a 6a. ou 7a. série do ensino fundamental, ficava contando os dias para ficar menstruada e estar livre da aula de ginástica.

Ao longo da vida, 3 ou 4 vezes me matriculei em academias de gináticas desistindo no primeiro mês. Certa vez, logo que voltei dos Estados Unidos, cheguei ao extremo de fazer a matrícula, comprar uniforme, para frequentar uma academia moderníssima/novíssima na Tijuca e não fui uma só vez. Mas depois dos 60 anos a vida muda. Na Bahia ando muito, subo e desço as escadas de casa, caminho na praia, ando pelo quintal, mas em São Paulo o máximo são 3 quadras, distância de casa para o escritorio.

Refletindo sobre a longevidade das mulheres da minha família, vovó morreu aos 96, mamãe está com 90, resolvi fazer alguma coisa para chegar até lá com pique total e optei pelo Pilates. Mesmo sem saber muito bem do que se tratava saí procurando um espaço perto de casa e por acaso encontrei um em cima do supermercado. Recém inaugurado, com cheiro de novo, creio que fui uma das primeiras alunas.

Nos primeiros dias tudo parecia impossível. Entre os desafios estava levantar o bumbum da cama. Rolamento prá frente ainda ia, mas para tras nem pensar.
Segundo Luana, minha preofessora, era como se eu fosse um bloco compacto do quadril até o meio das costas. E era mesmo. Hoje no meio da aula a Luana pediu o telefone celular e registrou esta foto. Não precisa dizer que estou profundamente orgulhosa de mim mesma. Além de não doer nada, cada vez que saio da aula parece que tenho 2 m de altura.

Sem contar que é o melhor remédio para a gripe de qualquer genero pois o campo de concentração onde Joseph Pilates ficou na 1a. guerra mundial e onde desenvolveu o projeto reconhecido como Pilates, foi o único não atingido pela gripe espanhola. Todos faziam os exercícios que podem parecer meio malucos, mas são geniais. Aguardem os meus próximos passos…

Autora: Léa Penteado

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Pilates na gravidez – e em casa!

February 22nd, 2010

Pilates na gravidez - e em casa!

Respirar, alongar, fortalecer. Dá para fazer tudo isso na sua própria sala com esta sequência de exercícios desenvolvida para trabalhar adbome, coluna, pernas e braços

A liberação do médico é sempre muito importante, pois só ele tem condições de avaliar se você pode ou não fazer determinados exercícios e orientá-la quanto à frequência. Em geral, os professores de pilates recomendam duas vezes por semana. De acordo com Alessandra Costa Moreira, fisioterapeuta, a prática pode ser feita até o final da gravidez, sempre com a aprovação do obstetra.

Já, no último trimestre, os movimentos que são feitos deitados ficarão mais confortáveis colocando-se uma almofada ou travesseiro para manter a cabeça elevada – isso vai ajudá-la a respirar com mais conforto. Também é aconselhável variar os exercícios, fazendo alguns deitada, outros sentada, outros de pé.

A respiração é a base de todos os exercícios, portanto fique atenta à técnica correta. Com a mão sobre o abdome, inspire e sinta como se estivesse enchendo um balão que expande as costelas. Ao expirar, perceba as costelas se fechando. Contraia o abdome, colocando o umbigo para dentro.

É importante saber que todas as posturas do pilates podem ser adaptadas de forma a acomodar o corpo da gestante – como nesta sequência, Clique aqui para conferir, indicada por Alessandra e Renata Rea Kneese, fotógrafa.

Autora: Lucia Barros
Fonte: http://cot.ag/bniXsZ


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Pilates: Desejamos um dia de muita garra e disposição a todos os Esportistas!

February 19th, 2010

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O esportista é aquele indivíduo que faz do seu corpo um templo. Pratica exercícios físicos, seja profissionalmente ou por puro prazer. Ao praticar exercícios físicos, ele contribui para a evolução de sua mente, da atividade física e incentiva as pessoas ao seu redor.

Neste dia 19 de fevereiro é comemorado o Dia do Esportista, e desejamos a todos os esportistas um dia de muita comemoração pela força de vontade e disposição. E um convite à reflexão para todos, vamos cuidar da nossa saúde e praticar esporte, nem que seja, ao menos, nos finais de semana!

“Sem esquecer do pilates, que melhora a performance de todos nós, esportistas ou não.”

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Centro de força – CORE: devemos mantê-lo ativado sempre?

January 8th, 2010

Pilates: CORE - devemos mantê-lo ativado sempre? Pilates: CORE - devemos mantê-lo ativado sempre?

Olá pessoal!

Estive no Rio recentemente através do convite de uma seguidora nossa aqui do blog, a Renata. Uma das dúvidas que apareceu por lá, e que costuma ser freqüente nos cursos, workshops e aulas que participo foi a seguinte: devo manter meu centro de força, meu CORE, ativado o tempo todo?

Aproveitei para colocar essa dúvida aqui no blog para pensarmos nisso juntos.

Uma forma interessante de começarmos a pensar sobre o assunto é a seguinte: quando vamos pegar um lápis sobre a mesa utilizamos certa quantidade de força. Se vamos pegar um copo, ou uma garrafa, também colocamos uma quantidade de força bastante específica para isso.
E quando erramos, por exemplo, quando vamos pegar algo que acreditávamos ser pesado e, ups!, tomamos aquele susto porque, na verdade, o objeto era leve. Tínhamos errado a medida de força.
Passando para um exemplo da mesma família, mas em outro grau de precisão, imagine aquelas meninas-atletas da Ginástica Rítmica, que jogam para cima uma bola, dão três cambalhotas, dois rodopios e, na hora exata que a bola vai cair, lá está precisamente colocada sua mão para recebê-la! Uau!
Da mesma forma deve ser a ativação do nosso centro.
Se estivermos deitados, com nossas pernas apoiadas no solo, sem nenhuma sobrecarga querendo tirar nossa coluna do lugar, para que vamos contrair o abdômen?
A ativação do nosso centro de força é proporcional à alavanca feita por nossos membros, ou pelo posicionamento do nosso tronco, em relação à nossa coluna.
Se estivermos deitados com uma perna no solo e a outra elevada a 90º, temos certa alavanca acontecendo em relação à coluna vertebral que estimula uma ativação do centro para manter a coluna livre de sobrecargas. Se elevarmos a segunda perna, ou começamos a estender uma delas, quanto maior a distância em relação ao centro, maior a alavanca e, conseqüentemente, maior a será a ativação da musculatura do CORE para manter a coluna estável.
É a mesma história da força que usamos para pegar o lápis…

Vamos visualizar a idéia com esse exemplo de dissociação de membros superiores. Se estivermos com os braços ao longo do corpo, sobre o solo, não existe sobrecarga para a coluna. Quando elevamos os braços e começamos a flexionar os ombros a estabilidade da nossa coluna é desafiada. Na primeira imagem o centro está desativado, solto e a coluna sai do solo (observem a zona das costelas) entrando em extensão devido à alavanca dos braços.
Na segunda foto o centro é ativado e, ainda que os braços desafiem a estabilidade da coluna, ela não é sobrecarregada. Vejam como a relação da coluna com o solo permanece estável.

Outra coisa importante de lembrar é a seguinte: observem o desenho da musculatura de uma pessoa que malha comparado com uma que não faz atividade física. Geralmente a pessoa que faz atividade tem um tônus muscular mais alto. E esse tônus garante uma proteção do aparelho locomotor e um número maior de fibras musculares disponíveis para serem utilizadas nos gestos motores.

Uma pessoa mais forte faz menos esforço para carregar sacolas do que uma completamente sedentária.
Isso também deve ser levado em conta. Uma pessoa que trabalha seu centro de maneira eficiente e regular terá, naturalmente, sua coluna mais protegida, sua postura mais organizada, fazendo um menor esforço para isso.

Lembrem-se sempre que tudo pulsa no nosso corpo e no universo: o coração, os pulmões, as ondas do mar, as medusas.. Nada fica todo tempo contraído, senão fadiga! É preciso alternar contração e relaxamento, momentos de ação e de passividade, momentos de trabalho e de lazer.
As coisas da vida são muito semelhantes, tanto física quanto psicologicamente. O ideal é procurar manter o equilíbrio.

Autor: Silvia Gomes, educadora física especialista em Biomecânica e instrutora de Pilates
Para saber mais sobre o trabalho da autora, acesse www.silviagomes.com.br e www.pilatespaco.blogspot.com

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O diafragma na respiração do Pilates

January 6th, 2010

O diafragma na respiração do Pilates

Conforme solicitado, segue o “discurso” tão enfatizado nas nossas aulas, mas agora por escrito, caso queiram relembrar em casa. Tendo uma noção um pouco maior sobre o diafragma, facilitaremos a assimilação do mecanismo da respiração tóraco-lateral, somados à contração do CORE e controle da cintura escapular, cintura pélvica dos quadris e da coluna neutra. Boa leitura, crianças! E qualquer coisa perguntem!

O diafragma humano é um músculo estriado esquelético em forma de cúpula, que separa a cavidade torácica da abdominal. É importante para o parto, defecação, espirros, tosses e auxilia no processo da digestão devido à pressão no abdome. Além de determinar desordens como o soluço, que são espasmos involuntários do diafragma os quais propiciam a rápida entrada de ar nas vísceras respiratórias e fechamento espasmódico da glote – abertura da laringe. Sobretudo, é o principal agente responsável pela respiração, já que esta também recebe auxílio dos músculos intercostais e outros músculos acessórios.

É coberto pelo peritônio na face inferior, e é adjacente à pleura parietal na face superior.
O diafragma possui tendões periféricos que se anexam ao processo xifóide do esterno na face anterior, e na posterior, nas três vértebas lombares superiores. Já na face lateral, estão ligados às costelas inferiores 7ª, 8ª, 9ª, 10ª e às flutuantes 11ª e 12ª, bem como nas suas cartilagens costais. Na parte superior do diafragma estão os ligamentos frenicopericárdicos que se ligam à base do pericárdio.

Conta com três aberturas principais: hiato aórtico – posterior ao ligamento arqueado mediano, não perfura o diafragma, passa entre as vértebras torácicas inferiores e o diafragma; forame da veia cava – centro tendíneo; e hiato esofágico-normalmente no pilar direito, no trecho em que passa pelo diafragma, a musculatura que envolve o esôfago se dá o esfíncter que retém o suco gástrico no estômago.

Durante a inspiração, o diafragma se contrai e desce, diminuindo pressão intratoráxica, favorecendo entrada do ar nos pulmões além da circulação sanquínea na veia cava inferir. Ainda, com a contração do diafragma, se dá a compressão das víceras abdominais e o aumento do diâmetro vertical do tórax. Já na expiração ocorre o contrário, o diafragma relaxa e sobe, aumentando a pressão intratorácica conduzindo o ar para fora dos pulmões.

Com o processo da respiração desempenhada nas nossas aulas de PILATES, esse músculo é também estimulado e treinado da mesma forma que os outros músculos do nosso corpo. Assim, a capacidade dos pulmões em captar o ar é potencializada, conduzindo a uma maior oxigenação das células.
Muitos alunos que nos procuram apresentam o tórax rígido ou ainda, utilizam a respiração acessória (esternocleido e escalenos) tensionando a cervical, pescoço e ombros.

A respiração do PILATES estimula a mobilização da coluna torácia, que tende a enrigecer com o envelhecimento. O abdome (também bastante enfatizado nas aulas) tem sua ação facilitada com a expiração, assim como o diafragma tem sua ação facilitada pelo quadrado lombar, agindo na estabilização da coluna vertebral. Ou seja, o padrão respiratório que desempenhamos tem características diafragmáticas, propiciando a melhor ação dos músculos abdominais sobre a proteção da coluna vertebral, e conexão mais eficiente entre tórax e pelve. Assim, simultânea à contração do CORE, caminhamos em direção à postura neutra segura, integrada e equilibrada.

Fonte: www.flexuspilates.com.br

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Pilates: Organizando a entrada na bola

December 21st, 2009

Confira este vídeo, onde a instrutora de pilates Silvia Gomes ensina a entrada na bola para fazer uma extensão/flexão básica com os pés na parede.

fonte: http://ow.ly/OhuV

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Pilates: Teste seus conhecimentos

December 18th, 2009

Pilates: Teste seus conhecimentos

Atualmente, tem-se perguntado muito sobre o método Pilates.

Você realmente sabe do que se trata?

Teste seus conhecimentos sobre o tema.

http://ow.ly/N8bK

Fonte: UOL

Muito se tem perguntado sobre o método Pilates.

Você realmente sabe do que se trata?

Teste seus conhecimentos sobre o tema.

http://ow.ly/N8bK

Fonte: UOL

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Reformer V2Max™: versatilidade e prestígio para seu estúdio

October 2nd, 2009

Reformer V2Max™: versatilidade e prestígio para seu estúdio

Seguindo o artigo de ontem,  hoje trazemos um novo exercício realizado no exclusivo Refomer V2Max da STOTT PILATES™.
Confira o que a instrutora Letícia Roverci, da Pilates Studio Fit selecionou para o Revista Pilates:

AJOELHADO, PUXADA PARA FRENTE
BARRA DE EMPURRAR – carga recomendada: 2 molas
REFORMER – carga recomendada: 1 mola

Ajoelhado com os joelhos afastados de frente para a estrutura vertical, o joelho de trás no carrinho contra o apoio dos ombros, o pé oposto para frente no trilho metálico, coluna e pelve neutra, braços estendidos na frente para segurar a barra de empurrar na largura dos ombros, palmas da mão para baixo

Inspire: prepare

Expire: mantenha a coluna neutra, tronco parado se possível, flexione levemente o joelho que está no carrinho, mantenha os braços estendidos e puxe levemente a barra de empurrar para baixo

Inspire: estenda o quadril controlando o retorno do carrinho, permita uma elevação dos braços para retornar a barra

Experimente e depois envie para nós a repercussão do exercício entre seus alunos. Bom trabalho!

Para conhecer a linha completa de equipamentos STOTT PILATES™  acesse www.metalifepilates.com.br/stott.php.

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