Pilates já se tornou uma atividade física normal entre os surfistas!

May 4th, 2012 by Revista Pilates Nenhum comentário »

Hoje muitos atletas de alto rendimento e amadores vêm buscando o Pilates como complemento dos treinos, e os surfistas não poderiam ficar fora dessa!

Foto: sydnelson.wordpress.com/

Muitos surfistas apresentam dor principalmente na região lombar e cervical devido o posicionamento na prancha durante longos períodos de treino, isso é decorrente talvez de desvios posturais ou mesmo da fraqueza da musculatura.

Veja o que a prática do Pilates pode fazer pelo surfista:

·       Melhora da Respiração: o método resgata a importância da respiração correta para a prática. Devido à vida agitada, as pessoas passaram a respirar mais rápido e de forma incompleta, ou seja, o ar não chega a atingir a parte inferior do pulmão, região onde a troca gasosa é mais eficiente, por isso o trabalho da respiração tridimensional no Pilates é fundamental para os surfistas também;

·       Melhora da concentração: alguns exercícios tem papel fundamental na prevenção de dores através de movimentos funcionais, aliviando assim qualquer desconforto, melhorando a postura e consciência corporal;

·       Melhora da mobilidade articular, focando principalmente nos exercícios de força excêntrica.

·       Fortalecimento do centro, (Oblíquos, Transverso do Abdômen, Assoalho Pélvico e Multífidos), podendo assim evitar futuras lesões na região Lombo Pélvica;

·       Melhora do equilíbrio, trabalhando em superfícies instáveis, para desafiá-lo em diversas posições;

A prática também proporciona uma coluna mais saudável de modo a aumentar o equilíbrio corporal. O que podemos concluir que o Pilates trará muitos benefícios, principalmente por serem exercícios dinâmicos onde sempre buscaremos o alinhamento ideal dentro do movimento, assim poderá evitar as temidas dores nas costas e na cervical.

 

Por: Paulo Genioli (Educador Físico, Certificado Internacionalmente pela STOTT PILATES e Instrutor de Pilates da Pilates StudioFit) e Rafaela Porto.

Matwork… é possível praticar Pilates em casa? Parte 2

May 3rd, 2012 by Revista Pilates Nenhum comentário »

Exercícios simples de Pilates, que podem ser realizados em casa. Hoje iremos continuar a série com dicas que a instrutora Rafaela Porto elabaorou para se realizar dentro do seu lar! Escolha um local arejado, prefira roupas confortáveis e pratique descalço sobre um colchonete.

Foto: comoperderbarriga.com.br

Preparação para o abdômen:

OBJETIVO: Enquanto o praticante estabiliza a lombar, pelve e pernas ele mobiliza o tronco, flexionando a coluna garantindo o fortalecimento abdominal.
Posição inicial: Deitada com as costas no chão deixe os braços ao longo do corpo, pernas flexionadas e afastadas na distância do quadril, pés apoiados no chão.

Movimento: Inspire parado e expire elevando o tronco junto com os braços, tendo a certeza de que estão alinhados com o ombro quando fizer o abdominal e mantenha o olhar para frente (mais ou menos na direção das coxas). Inspire parado com força isométrica de abdominais e expire descendo o tronco até a posição inicial novamente. Execução: Complete até 10 repetições.

Foto: nuvemsobreoatlantico.blogspot.com

Preparação da puxada pelo pescoço:

OBJETIVO: Manter as pernas paradas e escápulas (região dos ombros) estabilizadas enquanto articulamos a pelve e coluna, fortalecendo glúteos, abdominais e os músculos paravertebrais.
Posição inicial: Sentada, deixe as pernas afastadas na distância do quadril, joelhos flexionados e pés totalmente apoiados no solo. A coluna deve ficar reta nesse primeiro momento e as mãos uma sobre a outra sobre a testa com as palmas das mãos voltadas para frente.

Movimento: Expire arredondando a coluna para trás, mantenha o olhar para frente e a coluna em formato da letra “C” (flexionada) e inspire parado mantendo a isometria. Expire para voltar ainda com a coluna flexionada por cima das pernas com o olhar para o chão e inspire retornando à posição inicial.

Matwork… é possível praticar Pilates em casa? Parte 1

May 2nd, 2012 by Revista Pilates 2 comentários »

Qualquer pessoa pode fazer Pilates! Existem exercícios simples que podem ser realizados em casa. A prática do Pilates respeita o grau de condicionamento físico do aluno e, por isso, é possível realizar variações nos exercícios que podem adequar-se para o iniciante, intermediário e avançado.
O Pilates não tem contra-indicações! No entanto, durante a execução do exercício consideramos algumas limitações, como por exemplo, caso o praticante esteja com alguma dor, problema de coluna e até mesmo no caso de gravidez. Em todas essas situações, o praticante deverá ser liberado com atestado médico e orientado por um profissional do método.
Confira entre hoje e amanhã a série com as dicas que a Instrutora Rafaela Porto elaborou para se realizar em casa. Escolha um local arejado, prefira roupas confortáveis e pratique descalço sobre um colchonete.


Fonte Imagem: W Run

Preparação para nado de peito

OBJETIVO: Enquanto o praticante estabiliza a lombar, pelve e pernas ele mobiliza o tronco, estendendo a coluna e garantindo o fortalecimento dos músculos paravertebrais (músculos das costas).
Posição inicial: Deitada com a barriga no chão deixe os braços ao lado da cabeça, como se estivesse formado a letra “W” com os braços, permaneça com o olhar para o chão e com as pernas alongadas e afastadas na distância do quadril.
Movimento: Inspire parado e expire elevando o tronco com os braços parados e apoiados no chão. Mantenha o olhar voltado para a ponta do colchonete a sua frente. Inspire parado com os abdominais contraídos evitando assim sobrecarga na região lombar e tensões desnecessárias. Expire descendo o tronco até a posição inicial novamente.
Execução: Complete de 5 a 8 repetições.


Fonte Imagem:Pilates Mastery

Ponte sobre os ombros

OBJETIVO: Manter o corpo alinhado e estabilizado enquanto uma perna faz o movimento do quadril e tornozelo, fortalecendo toda a cadeia posterior principalmente glúteo entre outros músculos extensores do quadril.
Posição inicial: Deitada com as costas no chão deixe os braços ao longo do corpo, pernas flexionadas e afastadas na distância do quadril e com os pés apoiados no chão. Eleve a pelve de modo que mantenha uma diagonal longa entre ombros, coluna, pelve e joelhos, como se seu corpo fosse uma rampa.
Movimento: Inspire e eleve uma das pernas, deixando-a estendida com a ponta do pé voltada para o teto. Expire e desça a perna três vezes até uma diagonal de 45º. Deixe o calcanhar apontado para o solo nesse momento.
Execução: Complete 3 movimentos com cada perna e desça o quadril para iniciar novamente, essa seria uma repetição. Complete o exercício de 3 a 5 vezes.

BOAS AULAS!!!

Curiosidade e entretenimento

May 1st, 2012 by Revista Pilates Nenhum comentário »

A atriz Anne Hathaway continua bela e mais magra do que nunca. Para entrar no clima da personagem de seu novo filme, uma adaptação do musical Les Misérables, que passa fome durante a trama, a ex-assistende de Miranda Priestly adotou uma dieta radical para diminuir dois números do seu manequim: duas maçãs e um shake por dia!

Este regime radical com apenas 500 calorias por dia, enquanto o ideal para um adulo saudável é entre 1.000 e 1.200 calorias, está sendo alvo de polêmica. Segundo a nutricionista da Dicorp, Andrea Uzeda, este tipo de dieta é muito perigoso, pois o recomendado é nunca consumir menos do que 1.000 calorias. “ Quem segue este tipo de dieta vai ter sérios problemas, por que vai consumir baixa quantidade de carboidratos e com isso pode sofrer de um quadro de desnutrição”, diz ela.

Segundo a nutricionista, para perder peso de forma correta deve conter sempre no cardápio: proteínas, vitaminas, frutas, legumes, sem esquecer de uma atividade física. Além, de comer sempre de três em três horas para acelerar o metabolismo. Ela lembra que a ingestão de apenas 500 calorias não vai fazer a pessoa emagrecer mais conforme o tempo, e sim, vai manter o peso e pode até aumentar, pois o corpo vai estocar gordura e não queimar.
É importante lembrar que ao seguir uma dieta que restringe muitos alimentos o resultado será uma série de problemas de saúde. De acordo com Andrea este tipo de regime que consome apenas 500 calorias não deve ser seguida em hipótese alguma. “Se a dieta for seguida por muito tempo pode levar até a morte”.

fonte: bolsademulher.com.br

foto:afontegeek.wordpress.com

1º de Maio – Dia do Trabalho

May 1st, 2012 by Revista Pilates Nenhum comentário »

Os exercícios e a reciclagem do corpo

April 30th, 2012 by Revista Pilates Nenhum comentário »

Uma nova teoria desvenda de que maneira a atividade física transforma potenciais ameaças à nossa saúde em benefícios, protegendo o organismo de uma série de doenças

As fábricas, ao produzirem suas mercadorias, inevitavelmente geram lixo. São restos de materiais, gases tóxicos, máquinas quebradas e por aí vai. Sem uma limpeza adequada, os dejetos se acumulam até o ponto em que atrapalham o dia a dia da indústria. Com o corpo acontece algo semelhante. As tarefas realizadas pelas células culminam em resíduos nocivos que, se não colocados na lixeira, comprometem seu trabalho e o de suas companheiras. Ainda bem que há um mecanismo responsável por nos livrar dessa sujeira e, assim, manter cada uma das pequenas unidades do organismo saudáveis. Mas, em vez de jogar fora as porcarias, essa estratégia natural, chamada de autofagia, reutiliza o entulho em prol do bom funcionamento celular.
 
A grande surpresa, revelada em uma pesquisa com camundongos da Universidade do Sudoeste do Texas, nos Estados Unidos, é que os exercícios promovem essa espécie de reciclagem. Mais do que isso, o estudo comprova que o fenômeno estimulado pela prática esportiva realmente faz um bem danado por, entre outras coisas, varrer para longe um dos males que mais crescem em incidência atualmente: o diabete.

“No tecido muscular, a autofagia facilita o aproveitamento de glicose nas células e, com isso, evita picos de açúcar no sangue que culminam no transtorno”, relata Congcong He, autora do levantamento. Esse processo também deixa as células do pâncreas livres de partículas prejudiciais e, logo, funcionando a pleno vapor para fornecer insulina, o hormônio que bota a glicose dentro da célula.
 
Por mais que Congcong He tenha concentrado seus esforços recentes no diabete, ela vê a autofagia como uma explicação plausível para o fato de a atividade física barrar o surgimento de outros problemas sérios, como um câncer. “Ela diminui o risco de mutações que desencadeiam tumores”, resume a cientista.
 
Uma das razões para isso — e que, aliás, esclarece o porquê de sessões na academia rejuvenescerem o corpo — é que um sistema eficiente de reciclagem no organismo baixa a concentração de radicais livres, moléculas capazes de lesar toda a célula, inclusive seu DNA. É que ele transforma mitocôndrias defeituosas em outras novinhas em folha, como já mostramos no infográfico das páginas anteriores. “Quando essas estruturas possuem falhas, produzem uma quantidade grande de radicais livres ao fornecerem energia”, ensina Rafael Herling Lambertucci, educador físico da Universidade Cruzeiro do Sul, na capital paulista.
 
Em algumas situações, no entanto, nem mesmo uma equipe de limpeza altamente preparada consegue livrar certas células de toda a sucata acumulada. Quando o caso é crítico assim, elas mesmas costumam se desligar em um complexo processo denominado apoptose. “É uma autofagia da célula inteira. E os exercícios aprimoram essa ação de defesa”, esclarece Marcelo Aisen, oncologista do Centro Paulista de Oncologia, em São Paulo. Resultado: menor probabilidade de um pedacinho problemático da gente escapar da coleta seletiva e, então, começar a causar estragos nas imediações que às vezes levam ao câncer.
 
Agora, se por um lado o elo estabelecido entre a malhação e a autofagia seja animador, alguns especialistas pedem um pouco de cautela. “Trata-se de uma descoberta novíssima e, por isso, há muito para estudar antes de compreendermos suas implicações à saúde de cada um”, pondera Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. “Mais do que isso, essa suposta consequência da prática esportiva não explica todas as vantagens proporcionadas por ela”, completa. Por exemplo: assim como abandonar o sedentarismo faz uma espécie de higienização das células cardíacas, deixando-as mais fortes e menos propensas a panes, essa atitude aumenta a fabricação de óxido nítrico, uma substância que dilata os vasos sanguíneos. Em outras palavras, levantar-se da cadeira e ir para a ginástica debela doenças cardiovasculares em no mínimo duas frentes.
 
E quanto seria necessário ralar para incrementar a nossa reciclagem interna? “Ainda não há uma definição de dose ideal, até porque isso deve variar de pessoa para pessoa. Mas o estudo sugere que a regularidade é peça-chave para que a autofagia seja realmente positiva”, avalia o fisiologista Orlando Laitano, da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Petrolina, Pernambuco. Suar com frequência pode até sujar a camiseta, mas limpa seu corpo de vários vilões do bem-estar.

globo.com

Foto: http://juizdeforaonline.files.wordpress.com

Osteoporose: a prevenção começa aos 20 anos

April 27th, 2012 by Revista Pilates 1 comentário »

A osteoporose, doença que enfraquece os ossos, não afeta apenas as mulheres idosas. Segundo o ortopedista Alberto Croci, mulheres entre 20 e 40 anos também podem sofrer desse mal, porque é justamente nessa fase que se inicia um lento processo de perda de massa óssea. O grande perigo da doença precoce está num fato simples: ela é “silenciosa”.
“A osteoporose não dá sinais, e isso dificulta o diagnóstico, o que pode resultar num tratamento tardio”, alerta Croci. Mulheres que já têm casos da doença na família devem ficar ainda mais atentas para não deixar de fazer o exame que detecta a doença, a densitometria óssea. Veja outras maneiras de se prevenir e comece o quanto antes!
Consuma a quantidade ideal de cálcio
Para adultos, recomenda-se 1.000 mg por dia, o equivalente a quatro copos de 250 ml de leite. Quem não é fã da bebida pode trocá-la por iogurte ou queijos (uma fatia grossa equivale a um copo de leite). Vegetais de cor verde-escura também têm cálcio. Além disso, a vitamina D ajuda a fixar o mineral no organismo. Por isso, coma com frequência peixe, fígado, cogumelo e gema de ovo.

Faça exames periódicos
Como a perda de massa óssea, em geral, não provoca sintomas, o diagnóstico da osteoporose é feito por meio da densitometria óssea, exame que as mulheres devem fazer a cada dois anos, após o início da menopausa. O ideal é fazer a primeira densitometria aos 20 anos e seguir as orientações do seu médico.

Pratique atividade física
As fraturas relacionadas à perda de massa óssea estão entre as principais causas de incapacidade permanente. Mas quem pratica uma atividade física pode reduzir esse risco, já que alguns exercícios
aumentam a massa óssea e muscular. As atividades mais recomendadas são:
· Exercícios aeróbicos: caminhar, dançar.
· Exercícios de resistência: pesos livres,máquinas com peso, faixas elásticas.
· Exercícios de equilíbrio: tai chi, yoga.
· Pedalar: bicicletas comuns ou ergométricas.
 
A dieta que fortalece os ossos
Se você não gosta de leite ou tem intolerância à lactose, há outras maneiras de suplementar o cálcio em sua alimentação.
Veja algumas opções saudáveis:
Coma mais peixe
Entre as espécies ricas em cálcio, a sardinha é a melhor opção: oferece metade da necessidade diária em apenas quatro unidades (100 g). O badejo tem metade do cálcio da sardinha, mas também é um dos peixes mais ricos na substância.
Lembre-se da soja!
Bebidas à base de soja fornecem 40 mg de cálcio por copo. Mesmo que você não goste muito do sabor, vale a pena tentar!
Faça um aperitivo
Consuma azeitona verde, também rica em cálcio, embora seja bem calórica (portanto, não exagere na dose).
Coloque feijão no prato
Uma concha e meia (160 g) de feijão rosinha oferece 10% do cálcio necessário (é a mesma quantidade do mineral encontrada em duas unidades de laranja-lima ou em uma colher e meia de requeijão).

Coma verduras e frutas

Entre as saladas, a de alfafa é a mais proveitosa, com mais de 500 mg de cálcio por 100 g do alimento. Acelga e agrião também são ótimas opções. Com relação às frutas, figo e ameixa são boas escolhas.

fonte:mdemulher

Foto: www.essaseoutras.com.br

Gargalhadas contra a dor

April 26th, 2012 by Revista Pilates Nenhum comentário »

Estudos que saíram do forno mostram que o ditado é velho, mas funciona como se fosse a última novidade da ciência: rir (ainda) é o melhor remédio.

Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, atesta que a risada aumenta a tolerância à dor. Um primeiro grupo de voluntários assistiu a vídeos cômicos, enquanto outra metade dos participantes viu programas bem chatos. Após a sessão, os especialistas provocaram sensações dolorosas nas duas plateias. Aqueles que deram gargalhadas puderam suportar até 10% mais dor do que os clinicamente entediados.

“O humor é capaz de diminuir as dores devido à liberação de endorfina”, acredita Robin Dunbar, autor do experimento e diretor do Instituto de Antropologia Cognitiva e Evolutiva da Universidade de Oxford. A endorfina é um hormônio que gera euforia, atenuando o incômodo físico e o estresse psicológico. A pesquisa inglesa mostra ainda que existem risadas e risadas em relação à química do bem-estar. “O riso relaxado e social é o único que funciona. Já o polido, que soltamos por educação, não tem efeito nenhum”, sinaliza Dunbar.

A antropóloga Mirian Goldenberg, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, observa: “A risada é uma chave para a intimidade, contato físico e emocional”. Ou seja, rir nos aproxima. Mirian destaca a importância do humor para uma boa qualidade de vida. “Ele é um meio de comunicação, que provoca um verdadeiro prazer físico e mental.”

Especialistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desvendaram outro elo, dessa vez entre as gargalhadas e o aumento do calibre dos vasos sanguíneos. Os voluntários tiveram que assistir a dois filmes, um violento e outro de comédia. Os cientistas perceberam que o fluxo de sangue crescia 22% nas risadas e diminuía 35% durante as cenas de tensão. Por isso, Michael Miller, autor da pesquisa e diretor do Centro de Cardiologia Preventiva da universidade americana, sugere uma dose diária de risadas. “Para obter o melhor efeito para o coração, devemos rir até chorar”, diz o especialista. A cardiologista Patrícia Oliveira, do Instituto do Coração de São Paulo, finaliza: “Quando os vasos ficam dilatados, a pressão cai e há uma diminuição de outros fatores por trás do risco de doenças cardiovasculares”. O peito vai bater de alegria.
 
Para rir à toa

Indicada para todas as idades, a risoterapia ganha cada vez mais adeptos como uma maneira de superar problemas e encarar o mundo sob uma nova perspectiva. “Nós nos baseamos na risada das crianças. Os pequenos riem com o corpo, e não por meio do intelecto”, conta Mari Tereza, uma das fundadoras do Clube da Gargalhada, em Belo Horizonte (MG), grupo pioneiro na América Latina. O riso é induzido por meio de exercícios respiratórios, sons, mímicas e, principalmente, contato olho a olho. Em três meses, o indivíduo já começa a sentir os resultados do bom humor.

fonte: saude.abril.com.br

Foto: papeltinteiroedesatinos.wordpress.com

Insônia: exercícios e dieta certa interferem na qualidade do sono

April 25th, 2012 by Revista Pilates Nenhum comentário »

Cada vez mais gente se queixa das noites em claro sem vontade própria

Dados de um estudo conduzido em São Paulo em 2007 revelam que até 35% dos paulistanos reclamam de insônia, problema que, não bastasse o sacrifício noturno, gera, durante o dia, irritabilidade, fadiga, perda de memória e concentração, sem contar que ainda predispõe a infecções, depressão e doenças cardíacas. As mulheres padecem mais do transtorno: para cada portador do sexo masculino, há três do feminino.

“O indivíduo não consegue dormir ou manter o sono durante a noite e tem um repouso superficial”, define a médica carioca Andréa Bacelar, da Academia Brasileira de Neurologia. “Hoje há um novo conceito de que o insone é aquele que vive insatisfeito com o seu sono. Essa dificuldade é fruto de um estado de hiperalerta na hora de dormir“, diz a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, em São Paulo.

Por que há uma horda crescente de vítimas desse antiapagão? A resposta não espanta, porque são ingredientes da vida nas grandes cidades. A culpa recai sobre o estresse crônico e a ansiedade – e também nas desordens que esses fatores ajudam a desencadear.

“Uma porção de males, entre eles insuficiência cardíaca, refluxo e desordens hormonais, está associada à privação não intencional de sono. Daí a necessidade de investigar a fundo o problema”, aponta a neurologista Rosa Hasan, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP).

Os transtornos da mente, aliás, lideram a lista dos financiadores de insônia. “É comum observarmos dificuldades para dormir entre pacientes com depressão, ansiedade e esquizofrenia”, diz o psiquiatra Teng Chei Tung, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Na menopausa e no período que a sucede, um número significante de mulheres passa a relatar noites em claro. “As oscilações hormonais, as ondas de calor e quadros depressivos figuram entre as principais explicações para o problema”, diz a ginecologista Helena Hachul, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). No caso, a reposição hormonal, quando bem indicada e somada a mudanças no estilo de vida, costuma remediar a situação.

No campo do estilo de vida, quem merece o título de fator pró-sono é o exercício físico. Um estudo da Universidade Bellarmine, nos Estados Unidos, acaba de sinalizar, após acompanhar 2,6 mil pessoas de 18 a 85 anos, que a prática regular de uma atividade moderada aprimora em 65% a qualidade do sono.

Nem é preciso viajar para fora do país para colher resultados tão animadores. Na Unifesp, a fisioterapeuta e pesquisadora da área de psicobiologia Carolina Vicaria está avaliando o impacto da musculação e do alongamento no controle da insônia crônica em pessoas antes sedentárias. “Os voluntários que realizam essas atividades uma hora por dia três vezes por semana relatam uma melhora no padrão de sono”, conta Carolina.

Por quê? “Acreditamos que os exercícios atuam na liberação de endorfinas, que produzem uma sensação de bem-estar, e reduzem a ansiedade no momento de dormir”, explica. Outro trabalho realizado na instituição já havia revelado que a caminhada exerce efeito parecido.

Até mesmo a dieta exerce uma pitada de influência na qualidade do descanso. Há indícios de que consumir carboidratos – as massas, sobretudo integrais – à noite teria um poder sonífero, uma vez que o nutriente interfere na bioquímica cerebral instigando a sensação de conforto e a vontade de descansar. Só não vale abusar, sob pena de engordar.

Fonte: mdemulher

Alimentos com glúten fazem mal à saúde

April 24th, 2012 by Revista Pilates Nenhum comentário »

Você pode não perceber, mas ele está em todo lugar – pães, bolos, macarrão, bolachas, coxinhas, cerveja, uísque… Pudera: o glúten é a principal proteína dos grãos de trigo, aveia, centeio, cevada e malte. No final de 2008, ele ganhou fama de vilão. Tudo por causa da maior divulgação dos riscos da doença celíaca, inclusive em programas de televisão. Afinal, se o glúten faz mal para um grupo de pessoas, por que não faria para todo mundo? Não faltou quem afirmasse que ele traria danos à saúde, mesmo em pessoas saudáveis. Mais tarde, a proteína foi acusada de provocar obesidade e inchaço no abdômen. A apresentadora Luciana Gimenez foi uma das que garantiram ter afinado a estampa ao se livrar do glúten. E o livro Glúten e Obesidade: A Verdade Que Emagrece, da carioca Regina Racco, virou best seller. “Fiquei 8 semanas sem ingerir os cereais que contêm a proteína e perdi 11 quilos”, dizia Racco em trecho do livro.

Especialistas apressaram-se a afirmar: não há nada errado com o glúten. O ingrediente só é mesmo contra-indicado para quem tem a doença celíaca. O resto é mito. “O glúten não rouba nutrientes, não atrapalha a digestão e não dificulta a eliminação de toxinas em pessoas saudáveis”, diz Flávio Martins Montenegro, pesquisador do Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolates do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em Campinas. No caso das pessoas que eliminaram o glúten das refeições e emagreceram, a explicação é simples. “A perda de peso é normal para quem deixa de comer certo grupo de alimentos”, diz a nutricionista Miriam Ghorayeb. “É o que acontece se deixamos de comer pães e massas, ricos em carboidratos. A diferença não é o glúten, e sim a mudança na ingestão calórica. Se substituirmos esses alimentos refinados por integrais, também haverá redução de peso – embora eles contenham glúten”, diz.

 
O que é doença celíaca?
O glúten é um veneno para cerca de 1 milhão de brasileiros. Essas pessoas não possuem a enzima transglutaminase, que quebra o glúten. Ao ser ingerida, a proteína ataca as paredes do intestino delgado, dificultado a absorção de nutrientes e provocando sintomas como abdômen estufado, diarreia, vômito, perda de peso, anemia e osteoporose. A intolerância à proteína costuma ser detectada na infância, mas pode ficar escondida até os 50 anos e causar sérios problemas. Em alguns casos, a doença não tem sintoma nenhum – o que dificulta o diagnóstico. Caso apresente os sintomas, pode valer a pena consultar o médico e fazer os exames adequados, especialmente se houver um celíaco na família: isso aumenta em 10% o risco de desenvolver a doença. “O único tratamento é a total eliminação de alimentos que utilizam trigo, centeio, cevada e aveia na dieta”, diz Flávio Martins, do Ital.

Em pessoas saudáveis, o glúten não engorda nem provoca inchaço. O ingrediente só deve mesmo ser evitado por quem tem doença celíaca.