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Pilates na gestação: Benefícios para mãe e filho antes e depois do parto

October 26th, 2011

 

 

Por Scheila Cristina Zuconelli

Fisioterapeuta

Imagem: Internet

Houve um tempo em que a gravidez era considerada como sendo o período em que a mulher precisava ter certos cuidados atualmente considerados fora de propósito. Hoje no entanto, a palavra de ordem é gravidez saudável. As recomendações são para que se cultive bons hábitos: alimentação balanceada e exercícios físicos moderados e constantes, que garantam uma melhor qualidade de vida durante e depois da gravidez.

Tendo em vista que além das mudanças hormonais e emocionais que ocorrem na gestação ainda existem alterações posturais, que avançam progressivamente comprometendo músculos, articulações e a coluna vertebral, torna-se de suma importância a prática de atividades que previnam e tratem essas alterações.

Nesse âmbito, toma destaque o método Pilates, que visa fornecer conforto à gravidez e ao parto, com foco no fortalecimento e alongamento suave dos músculos, na estabilidade da musculatura postural e do assoalho pélvico, melhora da concentração, coordenação, equilíbrio e qualidade dos movimentos sem sobrecarregar as articulações, menor risco de parto prematuro e menor duração da fase ativa do parto.

O ganho de força no assoalho pélvico é importante para prevenir possíveis problemas nos intestinos e bexiga. Fornece benefícios como melhora a circulação para a região pélvica, aumento da capacidade de estirar e relaxar durante o parto, aceleração na recuperação e cicatrização, prevenção da incontinência urinária por esforço, maior apoio aos órgãos da pelve e aumento da estabilidade da musculatura postural.

A prática dos exercícios reduz ainda os desconfortos na região cervical, causados pelo aumento das mamas; melhora o equilíbrio do tronco através do fortalecimento dos músculos abdominais, prevenindo desconfortos na região lombar durante os estágios finais da gravidez, e facilita o trabalho de parto normal tanto para a mãe, que tem aumento na produção do hormônio relaxina (que proporciona maior mobilidade às articulações) e melhor controle da respiração induzindo a calma e reduzindo os níveis do cortisol (hormônio do estresse), quanto para o bebê através da maior oferta de oxigênio ao útero.

Além dos fortalecimentos e alongamentos da musculatura central do corpo, são ainda realizados exercícios para membros superiores, a fim de preparar a mãe para segurar seu bebê no colo; e para membros inferiores, visto que há considerável aumento de peso durante a gestação, e conseqüentemente sobrecarga nestes membros.

Os exercícios são individualizados e adaptados conforme cada fase da gestação, indicando-se o início da prática a partir do segundo trimestre. No período pós-parto, tem papel importante na facilitação do retorno mais rápido do abdome, e diminuindo a flacidez muscular e da pele característicos deste período.

Todos estes benefícios são alcançados através de movimentos suaves e rítmicos, que podem ser realizados nos diferentes aparelhos, com auxílio de bolas ou somente usando o peso do próprio corpo e resistência da ação da gravidade.

Mulheres que nunca praticaram outras atividades físicas não devem iniciar a prática através desse método durante a gestação, e somente devem praticar Pilates após liberação de seu ginecologista/obstetra.

 

 

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Pilates é bom para a mãe e o bebê

August 29th, 2011

Pilates é bom para a mãe e o bebê

Imagem: Internet

Com a chegada da gravidez, por conta daquela moleza inicial e excesso de sono, as grávidas deixam de praticar atividades físicas. Certamente algumas atividades não são muito adequadas, mas existem outras que além de permitidas são indicadas. A ênfase dada pelos movimentos do pilates aos músculos do assoalho pélvico facilita o trabalho do parto normal, diminuindo o esforço realizado pela mãe na hora do nascimento do bebê. Por ser uma atividade que promove o condicionamento físico, trabalhando principalmente a região do core, que contempla o conjunto de músculos abdominais e dorsais, o pilates proporciona um fortalecimento significativo para melhora da postura e principalmente do equilíbrio.

A atividade é indicada a partir do terceiro mês de gestação e os exercícios são adaptados conforme a evolução da gravidez. Segundo a coordenadora técnica da Pilates StudioFit, Letícia Toledo, algumas posições são evitadas “Dependendo do mês de gestação, algumas posturas tornam-se incômodas e por isso geralmente optamos por exercícios em quatro apoios e os em decúbito lateral, devido ao posicionamento da barriga, preservando, assim, o conforto da gestante”, esclarece a professora. Os movimentos ajudam a melhorar a circulação sanguínea, principalmente dos membros inferiores e ajudam a evitar cãibras.

A prática regular e sempre acompanhada de um profissional alivia as tensões na parte superior das costas e o bebê, por sua vez, recebe mais oxigênio e é também beneficiado pelo envio de endorfina (hormônio do relaxamento e bem-estar) via placenta. O crescimento do bebê torna-se mais adequado devido ao controle de peso por parte da futura mamãe. E após o nascimento a mulher pode retomar os exercícios a partir de 30 dias do nascimento do bebê, independente se for realizado parto normal ou cesárea.

Autora: Liliane Ferrari

 

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Por que o Pilates é tão bom para as gestantes?

December 1st, 2010

Por que o Pilates é tão bom para as gestantes? Foto: Chico Audi

Muitas mulheres acreditam que o Pilates seja um dos melhores exercícios para se fazer durante e depois da gravidez. E elas estão corretas.

Uma das principais razões que torna o Pilates tão bom para as gestantes, é porque ele é uma atividade física de baixo impacto e ótimo para auxiliar no fortalecimento dos músculos centrais do corpo. Se o abdômen, as costas e o assoalho pélvico estão tonificados, eles suportarão com mais conforto e resistência o período de gestação e a hora do parto.

A capacidade de adaptação dos exercícios também é um fator importante que torna o Pilates a atividade física predileta das grávidas. A maioria deles pode ser modificada de acordo com cada fase da gravidez para permitir exercícios mais suaves ou focados em determinada área do corpo.

Além disso, o Pilates também é famoso por ajudar as novas mamães a recuperar a forma física que tinham antes da gravidez.

É sempre importante relembrar que, antes de iniciar qualquer atividade física, a mãe procure por orientação médica. Se ela nunca fez Pilates antes, é interessante que procure por uma turma de Pilates no Pré-Natal, ou então um instrutor que possa lhe dar total atenção durante a prática dos exercícios.

Pilates não aumenta a pressão sobre as articulações ou sobre as costas. Na verdade, as costas serão fortificadas, assim como o estômago e os músculos ao redor da região pélvica – o que permite uma mais fácil gestação, ao parto e recuperação.

Confira como os exercícios de Pilates pode ajudar em cada fase da gestação:

Pilates no primeiro trimestre de gravidez

Nos primeiros três meses de gestação, as mudanças nos hormônios podem fazer com que a mulher se sinta exausta e com náuseas. Contudo, exercícios leves podem ser feitos e, muitas vezes, podem realmente energizar o corpo e fazer com ela se sinta melhor fisica e mentalmente.

Pilates no segundo trimestre de gravidez

O segundo trimestre é, para a maioria das mulheres, a parte mais fácil da gravidez. Embora o corpo esteja mudando e se expandindo, os níveis de energia são geralmente elevados, e é aí que os exercícios devem ser maximizados, para proporcionar todas as vantagens do treinamento para os meses seguintes.

Pilates no terceiro trimestre de gravidez

No terceiro trimestre, as mulheres tendem a se sentir pesadas e com a constante sensação de desconforto. Os hormônios começam a se projetar para afrouxar as articulações do quadril podendo causar dores nas costas. O peso adicional do bebê pode modificar a noção de equilíbrio, as penas podem ficar inchadas e varizes podem se desenvolver. O Pilates ajuda a todas estas condições associadas à gravidez, reforçando os músculos centrais que, por sua vez, levam à melhora da postura e da circulação.

Trabalho de Parto

A melhora no tônus muscular e na circulação, obtida através da prática do Pilates também será de valor durante o trabalho de parto. Uma circulação melhorada permite uma maior oferta de oxigênio para o útero e torna o parto menos sofrido para o bebê. E, claro, as técnicas de respiração utilizadas no Pilates podem ajudar com o controle da respiração durante o parto.

Fonte: http://www.pilates.co.uk/

Pilates: Desenvolvimento motor de bebês pequenos para a idade gestacional

July 12th, 2010

Pilates: Desenvolvimento motor de bebês pequenos para a idade gestacional

Destaco este estudo, como forma de frisar a importância dos estímulos de várias naturezas para o desenvolvimento motor, desde a gestação. Desenvolvimento motor este, no qual o método PILATES também se embasa para a reeducação motora, consciência corporal e postural. Por esse e outros motivos é que obtemos tantos resultados concretos nos vários estudios que ensinam o método de forma correta. Voltamos então a enfatizar a importância do método para as crianças, à quem estimulamos o desenvolvimento e aprendizado motor, até à idade adulta jovem e idososa, à quem trabalhamos a reeducação e manutenção da motricidade para atingir objetivos concretos.

Gestantes hipertensas, fumantes ou desnutridas tem maior probabilidade de dar à luz a um bebê PIG (bebês pequenos para a idade gestacional), geralmente com baixo peso e com grandes chances de ter um desenvolvimento motor prejudicado, sobretudo os expostos a um ambiente familiar desfavorável.
Em um estudo envolvendo 95 bebês, a fisioterapeuta Denise Campos, da Faculdade de Ciências Médicas (FCM), observou que os nascidos PIG demonstraram, nos primeiros meses de vida, diferenças significativas no desenvolvimento motor em relação aos bebês AIG (adequados para a idade gestacional). Ambos os grupos de bebês nasceram a partir da 37 semana, prazo ideal de gestação.

Para avaliar a motricidade dos bebês foi utilizada a escala de Bayley de desenvolvimento infantil, constituída por 48 provas aplicadas durante os 6 primeiros meses de vida dos pesquisados. Os bebês PIG obtiveram pontuações baixas e tiveram baixo desempenho para determinadas provas.

Segundo o estudo, as diferenças mais significativas se deram no segundo e sexto mês de vida dos bebês, parte do período de maior aquisição motora dos bebês. “O fato de se encontrar diferenças não quer dizer que a criança irá continuar nesta mesma escala de dificuldade o resto da vida. Mas, é bom que se observe o desempenho motor deste grupo com maior rigor para que não haja um comprometimento futuro”, relata a fisioterapeuta.

Em outro momento, foi verificado os fatores que poderiam influenciar nessas diferenças entre os bebês AIG e PIG. Para tal, foi aplicado um questionário aos pais dos bebês, afim de obter informações sobre os familiares dos indivíduos. O grupo PIG teve como maioria, mães com baixa escolaridade, que não trabalhavam fora de casa e com baixa renda per capta.
A pesquisadora acredita que as o ambiente em que a criança vive pode afetar seu desenvolvimento. Segundo Denise, um ambiente rico em estímulo ajuda a minimizar os riscos de comprometimento futuro, enquanto um ambiente com pouca estímulo e superproteção, pode contribuir para o atraso no desenvolvimento motor.

Neste sentido, a pesquisa destaca a necessidade de políticas públicas voltadas à orientação dos pais, bem com o a divulgação de estratégias para estimular o desenvolvimento motor desde o nascimento, a fim de prevenir ou minimizar alterações motoras.

Fonte: Profa. Fernanda T. Shimauti (Flexus Pilates)

Pilates estimula a gestação saudável

April 19th, 2010

Pilates estimula a gestação saudável
A gravidez é um período de descobertas em que as necessidades e a forma do corpo mudam constantemente. Com objetivo de ter uma gestação saudável e se adaptar a essas transformações, principalmente as relacionadas aos músculos e articulações, é fundamental que a mulher pratique atividade física regularmente.

Por meio de treinamento personalizado, o Pilates, método baseado em fortalecimento muscular e alongamentos, é a escolha ideal e mais segura de exercício ao longo do período gestacional. Os movimentos suaves promovem qualidade de vida ao bebê e à futura mãe, estabiliza a postura prejudicada pelo crescimento da barriga, previne dores lombares, bem como disponibiliza mais conforto à gravidez e ao parto.

Para o professor e proprietário do Core Pilates Studio, Juliano Ceccatto, a interação entre o corpo e a mente, durante a prática rotineira do método, conscientiza a gestante sobre as modificações fisiológicas e psicológicas, que podem ser mais ou menos acentuadas. “Realizamos um programa de exercício individual conforme as necessidades de cada aluna. Deste modo, o Pilates corrige e mantém fatores primordiais ao bem-estar da grávida, entre outros a respiração, relaxamento e equilíbrio”, destaca.

A ênfase nas técnicas de respiração e na resistência dos músculos do assoalho pélvico, que nessa fase ficam mais sensíveis, facilita diretamente o trabalho do parto. O trabalho de respiração ajuda a gestante a relaxar e respirar com maior eficiência, reduzindo o nível de cortisol, hormônio do estresse, e induzindo a calma.

Além dos benefícios mencionados, o Pilates oferece coordenação motora, manutenção do peso corporal e a melhora da circulação sanguínea. Ceccatto observa que “o reforço abdominal obtido pela execução dos exercícios, otimizam o retorno do abdômen e a redução da flacidez”. A rápida recuperação e cicatrização após o parto e a prevenção da incontinência urinária por esforço durante o nascimento da criança, também são influenciadas pelo método.

Sem contra-indicação

Não há restrições para a prática do Pilates a partir do quarto mês de gestação até as vésperas do nascimento do bebê, mas Ceccatto alerta que o acompanhamento do obstetra na evolução das aulas é importante para identificar possíveis riscos ou exceções. “A combinação dos exercícios é realizada de acordo com a fase da gestação e do pós-parto. Por isso, a relevância do trabalho em conjunto entre o médico e o profissional de Pilates proporciona à aluna maior confiança e segurança”, ressalta. Em caso de sedentarismo, é aconselhável iniciar a atividade com exercícios mais leves. Geralmente a mulher pode freqüentar o Pilates até o ultimo mês, desde que não tenha qualquer tipo de desconforto.

Autor: Juliano Ceccatto

Pilates na gravidez – e em casa!

February 22nd, 2010

Pilates na gravidez - e em casa!

Respirar, alongar, fortalecer. Dá para fazer tudo isso na sua própria sala com esta sequência de exercícios desenvolvida para trabalhar adbome, coluna, pernas e braços

A liberação do médico é sempre muito importante, pois só ele tem condições de avaliar se você pode ou não fazer determinados exercícios e orientá-la quanto à frequência. Em geral, os professores de pilates recomendam duas vezes por semana. De acordo com Alessandra Costa Moreira, fisioterapeuta, a prática pode ser feita até o final da gravidez, sempre com a aprovação do obstetra.

Já, no último trimestre, os movimentos que são feitos deitados ficarão mais confortáveis colocando-se uma almofada ou travesseiro para manter a cabeça elevada – isso vai ajudá-la a respirar com mais conforto. Também é aconselhável variar os exercícios, fazendo alguns deitada, outros sentada, outros de pé.

A respiração é a base de todos os exercícios, portanto fique atenta à técnica correta. Com a mão sobre o abdome, inspire e sinta como se estivesse enchendo um balão que expande as costelas. Ao expirar, perceba as costelas se fechando. Contraia o abdome, colocando o umbigo para dentro.

É importante saber que todas as posturas do pilates podem ser adaptadas de forma a acomodar o corpo da gestante – como nesta sequência, Clique aqui para conferir, indicada por Alessandra e Renata Rea Kneese, fotógrafa.

Autora: Lucia Barros
Fonte: http://cot.ag/bniXsZ


Pilates: benefícios para a gestante e para o bebê

November 4th, 2009

Pilates: benefícios para a gestante e para o bebê

Especialista em Pilates para gestantes, a instrutora Ludmila Pedroso, em São Paulo, explica que os movimentos exigidos pela prática ajudam a:

- Evitar as famosas dores nas costas, melhorando a postura

- Aliviar dores e inchaços nas pernas e a fortalecê-las para que aguentem mais peso e liberem a sobrecarga na coluna

- Trabalhar os braços, importantes para cuidar do bebê, que vai ficar cada vez mais pesadinho

- Evitar a incontinência urinária por meio do trabalho do períneo

- Auxiliar a contração abdominal (o que facilita o trabalho de parto mais tarde)

- Estabilizar as articulações contra possíveis lesões

- Trabalhar a respiração, que auxilia no relaxamento do corpo entre uma contração e outra

O bebê também é beneficiado quando a mãe pratica Pilates:

- Recebe endorfina, o hormônio do relaxamento, através da placenta, o que contribui para o bem-estar dele;

- Tem um crescimento adequado dentro do útero, já que a gestante controla melhor seu peso;

- Sente a tranquilidade da mamãe, que deve estar mais disposta e com a autoestima lá em cima!

Precaução: Não é aconselhável praticar Pilates (ou ioga) sozinha. “Especialmente da metade da gravidez para a frente, a grávida só deve praticar exercícios acompanhada de um profissional”, frisa Alexandre Pupo. “É que, com o crescimento do útero, o centro de gravidade do corpo da mulher se desloca para a frente e seu eixo de equilíbrio fica alterado. Se ela não estiver acompanhada, pode correr mais riscos de cair”, avisa o médico.

autor: Thays Prado
fonte: http://bebe.abril.com.br